O agronegócio no plano de carreira dos executivos

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Entrevista do sócio da FLOW Igor Schultz, para a Revista Dinheiro Rural, mostra como o mercado se mobiliza para que os executivos queiram construir carreira no agronegócio.

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O que tem levado o agronegócio a alcançar um papel brilhante no desempenho da economia brasileira? Os números do setor impressionam sempre. Especialmente nos dias atuais, quando levado em conta o cenário político-econômico do País, os resultados do agronegócio se tornam ainda mais relevantes na engrenagem que faz girar o motor da economia.

Somente nesta safra serão 232 milhões de toneladas de grãos, 24,3% acima da anterior. Sem contar aí o desempenho do café, do papel e da celulose, da pecuária, do cacau, das frutas, hortaliças e peixes, setores igualmente relevantes para a sociedade. A resposta está na aplicação cada vez maior de tecnologias no campo, na gestão das empresas do setor e na busca constante por profissionais altamente capacitados para liderar os movimentos de transformação que têm posicionado o agronegócio como celeiro de talentosos executivos. São eles a peça-chave dos motores dessa engrenagem.

Na Flow Executive Finders, por exemplo, hoje o agronegócio corresponde a cerca de 20% dos negócios da empresa. Ou seja, a cada dez executivos contratados, a partir de processos seletivos conduzidos pela companhia, dois são para posições no agronegócio, seja na indústria de papel e celulose, química, sementes, tradings, serviços, mercado financeiro e bioenergia. Isso é reflexo de um movimento no qual, em diversas frentes em que o agronegócio brasileiro cresce, há uma preocupação de ter líderes preparados para levar as operações ao máximo desempenho.

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